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RESERVAS DO PRÉ-SAL PRECISAM SER EXPLORADAS ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS
Sábado, 27 de Fevereiro de 2016

O Brasil agora se vê diante de um grande dilema: entregar a
reserva do pré-sal à exploração estrangeira (conforme possibilidade legal
criada pelo Senado nesta semana
) ou mantê-la inexplorada como uma espécie de
poupança para o futuro?

Entre autoridades do assunto, há quem defenda (ou já tenha defendido)
a manutenção das reservas do pré-sal onde elas estão hoje, debaixo do leito
marinho. No atual ambiente degradado da governança pública e do quadro político
no Brasil, acredita-se que o resultado efetivo da exploração para a sociedade seja
pouco significativo se estas riquezas forem exploradas agora. Assim, seria
melhor esperar pelas reformas de que o país tanto precisa para só depois mexer
no ouro negro que se esconde sob as nossas águas.

Por outro lado, o avanço consistente das matrizes limpas e renováveis
de energia leva a crer que as últimas reservas de petróleo a restar na Terra
possam valer pouco ou quase nada, ou bem menos do que valem hoje – note que o
petróleo, neste momento, vale menos da metade do que valia há cinco anos. Os
carros elétricos devem invadir as ruas em duas ou três décadas; o gás natural (que tem no lixo orgânico uma de suas fontes) tem sido excelente alternativa de calefação nas regiões mais frias do planeta; materiais sintéticos vêm substituindo os polímeros de
hidrocarboneto como matéria-prima da indústria e, por fim, as usinas de energia
solar
começam e se mostrar alternativas viáveis às termoelétricas – também há
experiências bem sucedidas com o aproveitamento do calor que emana do centro da
Terra na produção de energia elétrica.

Urgência

Há uma série de fatores, portanto, que leva a crer que o Brasil
pode perder mais um bonde da história se não agir rapidamente. Entregar a
exploração do pré-sal aos estrangeiros é a única saída no curto prazo, não há
outra. Até o atual projeto de poder, que, pelo visto nos últimos tempos, devia
estar de olho na irrigação do dinheiroduto que ligava a Petrobras a partidos e
pessoas, teve que dar o braço a torcer e concordar com a mudança aprovada pelo
Senado para o modelo de exploração do pré-sal – antes a estatal tinha exclusividade
na exploração da área. Chamar empresas estrangeiras para explorar petróleo,
contudo, não é nenhuma desonra. Os EUA, por exemplo, contam com a ajuda da
Britsh Petroleum há mais de cinco décadas para tirá-lo do fundo do mar.

Garantir a manutenção das reservas sob controle nacional até
poderia ser estratégico, mas nada possível e muito menos provável. O Brasil,
definitivamente, não tem qualidade de governança pública para isso. E, diante
da tragédia da Samarco, de governança privada também não. Já imaginou o tamanho
do risco se a Petrobras fosse privatizada e começasse a explorar petróleo na
costa brasileira? Toc toc, isola, nosso precioso e lucrativo litoral merece
seguir intacto, para que tanto os brasileiros quanto os turistas estrangeiros
sigam desfrutando dele e ajudando a movimentar a economia.

Obviedade

Medindo todas as variáveis, parece óbvia a conclusão de que o
único caminho a seguir é o da concessão do pré-sal para a exploração estrangeira.
Falhamos na condução do assunto, tropeçamos na própria incompetência, então só nos resta pedir ajuda. E rápido, antes que seja tarde demais.

FIESC SUGERE PARTICIPAÇÃO PRIVADA EM OBRAS DE INFRAESTRUTURA

Da matriz energética para a logística, o drama não é menor. A lentidão
na execução das obras rodoviárias que Santa Catarina precisa, por exemplo,
esteve no centro dos debates da Câmara para Assuntos de Transportes e Logística
da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), que se reuniu no último dia 17,
em Florianópolis. Para o presidente da Câmara e primeiro vice-presidente da
Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, a atual dificuldade orçamentária do poder público
reforça a necessidade da realização de parcerias com o poder privado. Seja
através de concessões, seja por parcerias público-privadas.

O industrial destacou, no entanto, que o e Estado precisa rever a
burocracia que acaba por gerar atrasos nas diversas etapas das obras. Ele citou
o caso do Contorno Rodoviário da Grande Florianópolis, previsto inicialmente
para estar concluído em fevereiro de 2012. Após uma série de entraves, a obra
teve início no ano passado, mas as questões do trajeto e das desapropriações
ainda não estão equacionadas.

– Na melhor das hipóteses, teremos o contorno pronto em
2019", afirmou. Ele alertou que, com o crescimento da demanda, a tendência
é que a inauguração da obra não leve o trecho urbano da BR-101 a uma situação
melhor que a atual. "O custo que esta situação gera para sociedade é muito
maior que o da execução da obra 
 defendeu. 

Ausência

Presente no encontro, o presidente do Departamento Estadual de
Infraestrutura
(Deinfra), Wanderley Agostini, defendeu a municipalização dos
trechos das rodovias estaduais que atravessam regiões urbanas. Ele deu como
exemplo a situação da SC-401, na Capital, que tem um uso fortemente urbano,
incluindo pedestres e ciclistas. Agostini também condenou a burocracia, que, segundo ele, "gera muito desperdício de dinheiro".

Convidado a enviar um representante para reunião, o Departamento
Nacional de Infraestrutura de Transportes
(DNIT), afirmou que seu
superintendente em Santa Catarina, Vissilar Pretto, estava em compromisso em
Brasília e não poderia participar. 

Detalhe 

Bom, surpreendente seria se ele fosse à reunião e levasse alguma informação consistente ou alguma perspectiva concreta. Em Brasília realmente estão temas bem mais importantes para serem tratados. Deficiências de infraestrutura em um estado produtivo como Santa Catarina são só um detalhe. Pelo menos é o que se pode inferir a partir do tratamento que se recebe de alguns dos nobres senhores que deveriam ajudar o estado a solucionar seus problemas e a contribuir ainda mais do que já contribui para o desenvolvimento do país.

Trecho alterado após a publicação, para fim de aprimoramento de conteúdo

CONSUMIDOR DE BLUMENAU NEGOCIA DÍVIDAS E DÁ BOM EXEMPLO

Em Blumenau o consumidor deu mais um ótimo exemplo de como o
Brasil andaria para frente a passos largos se removessem as pedras que o
sistema lhe coloca pelo caminho. Entre os dias 1 e 5 de dezembro de 2015, a Câmara
de Dirigentes Lojistas
(CDL) de Blumenau promoveu o 2º Feirão Limpe Seu Nome,
que deu ao consumidor a oportunidade de negociar pendências no comércio e assim
voltar a ter crédito. Foram atendidas, de acordo com informações da CDL, 1.323
pessoas, que, em cinco dias, negociaram R$ 3,5 milhões em dívidas e pagaram R$
1,3 milhão.

Em 2014, durante dez dias de atendimento, o Feirão atendeu 2.684
pessoas, negociou R$ 1,9 milhão e recuperou R$ 900,7 mil. Ou seja, a média
de atendimentos por dia permaneceu praticamente a mesma. Em relação ao valor negociado, em
2015 foram negociados 176% a mais que 2014. Além disso, a segunda edição do
feirão recuperou 140% a mais que a primeira. Em ambas as edições, o evento
contou com a participação e o apoio do Procon.

Ao todo, 165 empresas participaram do o 2º Feirão Limpe Seu Nome,
diretamente ou por intermédio da Central de Cobranças da CDL. 

Honra

Uma demonstração clara de que o consumidor quer pagar suas dívidas
para honrar seu nome e continuar consumindo, movimentando a economia. O
problema é que o dinheiro que deveria ficar no bolso dele vai para os cofres do governo e de lá para os ralos da esfera pública.

TURISMO CERVEJEIRO QUER GANHAR ESPAÇO NO VALE DO ITAJAÍ

Outro bom exemplo dos blumenauenses é a criação do circuito
turístico Vale da Cerveja, com o objetivo de estimular o turismo no Vale do
Itajaí
e oficializar a região como polo cervejeiro. A nova rota turística será
lançada na quarta-feira (2).

Inicialmente, será composta por quatro roteiros, sete cervejarias,
comércios, entre outros segmentos que fomentam a cultura típica e o turismo da
região. O primeiro roteiro está previsto para o próximo dia 9, quando começa o
Festival Brasileiro da Cerveja, em Blumenau. Depois ocorrerá sempre aos
sábados.

A DESPEITO DA CRISE, TI SE DESTACA NO MERCADO DE FUSÕES

Em um ano marcado por sucessivas notícias e análises negativas
relacionadas à economia e à política nacionais, como inflação elevada e
crescimento negativo, batalhas no Congresso e surpresas no Judiciário, o setor
de TI pôde comemorar posição de destaque no cenário de M&A no Brasil em
2015.

A advogada Shirley Henn, do BPH Advogados, destaca o relatório de Fusões
e Aquisições
no Brasil, publicado em dezembro de 2015 pela empresa de auditoria
PwC. Nele, constata-se que, apesar de uma queda no número total de fusões e
aquisições no Brasil (redução de 16% em relação a 2014), o setor de TI
apresentou recorde de movimentação no mercado de M&A brasileiro.

Conforme o relatório, que também demonstra uma recuperação no
número total de transações em dezembro, foram anunciadas 118 operações de
fusões e aquisições de empresas do setor de TI no ano de 2015. A tendência é de manutenção do setor em
posições de destaque no ano de 2016, para o qual estão previstos investimentos
de US$ 96,4 bilhões, segundo a empresa Gartner, Inc., líder em pesquisa
e aconselhamento sobre tecnologia, a qual detecta um aumento de 0,6% em relação
ao valor projetado para 2015.

COMÉRCIO ELETRÔNICO SOFRE COM AUMENTO DE CARGA E CUSTOS

Já o setor de comércio eletrônico está dormindo de cabeça quente. O
Convênio ICMS 93/2015, editado pelo Conselho de Política Fazendária (Confaz) no
fim do ano passado, tem onerado empresas
que vendem mercadorias entre os estados da federação. A partir da nova norma,
essas empresas ficam obrigadas a recolher impostos nos estados de origem e de
destino do produto vendido.

No dia 17 de fevereiro, uma decisão do ministro Dias Toffoli, do
Supremo Tribunal Federal, excluiu as empresas do Simples dessa tributação. A
gritaria, no entanto, não cessou, pois empresas de médio e grande porte
continuam sendo afetadas pelo aumento de custos, não apenas do imposto em si,
mas principalmente pelo impacto administrativo e burocrático, que resulta no
aumento das despesas operacionais da empresa.

– A nova legislação é um retrocesso muito grande para as empresas
brasileiras pois torna mais complicada a venda para consumidores de outros Eetados.
O consumidor também está sendo prejudicado, pois vai pagar mais caro pelas
compras online 
– aponta o integrante do Núcleo de E-commerce da Associação
Empresarial de Blumenau, 
Frank Norman Hirt.

Caranguejo

Esse é o Brasil da síndrome do caranguejo, sempre caminhando para trás. Bem no meio de uma crise
que abala a economia e empobrece o país, a administração pública decide dificultar e
onerar ainda mais a atuação das empresas, e justamente em um dos segmentos que mais cresce em
todo o mundo. Não por acaso, nosso PIB não para de encolher e os brasileiros
não param de perder o emprego.

REFORMULAÇÃO ALAVANCA FABRICANTE DE EMBUTIDOS EM POMERODE

Entre os que navegam na contramão da crise está outra empresa do
Vale do Itajaí, a Olho Embutidos e Defumados, que desde fevereiro de 2006 vem
apostando num plano de reestruturação da empresa. Desde então, cresceu 400% em
pontos de venda, passando de 149 para 747. Em 2015, a empresa reforçou essa
evolução, crescendo 24% a mais do que o ano anterior.

A aposta no agronegócio catarinense e na expansão do mercado
interno para as pequenas empresas foi o que motivou os sócios Rolf Konell Jr.,
neto de ex-funcionários da empresa na década de 1940, e Luiz Antônio Bergamo, a
adquir a marca da massa falida Olho Embutidos e Defumados e uma empresa com
estrutura física deficiente, com baixa cartela de clientes e apenas quatro
funcionários.

Com a introdução de novos produtos e a gourmetização da saborosa e apreciada Linguiça
Blumenau
, que corresponde a 70% da receita da empresa, os resultados foram
catapultados em pleno olho do furacão.

COMÉRCIO DE SANTA CATARINA TEM PIOR RESULTADO EM 15 ANOS

Voltando ao tema das notícias ruins, foi grande o susto no
comércio catarinense, que fechou 2015 com o pior desempenho dos últimos 15 anos
em Santa Catarina. O tombo foi ainda  maior no varejo ampliado, que inclui setor
automotivo e materiais de construção, onde houve recuo de 10,1% no ano passado,
frente à média nacional de 8,6%. O volume de vendas do varejo restrito encolheu
3,1% na comparação com o ano anterior, a queda mais acentuada desde 2001,
início da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE.

A consequência desse cenário foi o fechamento líquido de 5.597
lojas com vínculos empregatícios ativos (saldo entre o número de lojas abertas
e fechadas
), que corresponde a uma retração de 13,8% em estabelecimentos
comerciais que empregam ao menos um funcionário.

O segmento de hipermercados, supermercados e mercearias, que
costuma apresentar menor variação nas vendas, teve queda de 4,7% em 2015,
mostrando que a cautela nos gastos chegou também ao consumo de alimentos. O único
setor com resultado positivo foi o de medicamentos, com alta de 4,9% nas vendas
em Santa Catarina. 

Horizonte

E tem gente esperando um 2016 ainda pior. Afinal, até agora não há
nenhuma notícia no horizonte administrativo, econômico e financeiro do país que
dê alguma esperança positiva. Muito pelo contrário. Apertemos os cintos, pois,
pelo jeito, isso é só a turbulência ainda. O pouso forçado ainda está por vir. 

(Os conteúdos publicados nesta página incluem material fornecido por assessorias de comunicação e editados pelo AeF)

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A FARRA FOI DELES. A CONTA SERÁ SUA?
Quarta-Feira, 16 de Setembro de 2015

O governo brasileiro, nos últimos anos, agiu como aquele alcoólatra que passa a vida dizendo beber apenas “socialmente”. Por mais que as garrafas sejam companhia constante em casa, no boteco e às vezes até no trabalho, ele insiste em dizer (e até acreditar) que tudo está sob controle e a bebida é apenas um lazer para melhorar a qualidade de vida. Nestes casos, o sujeito só percebe que o vício virou doença quando chega ao fundo do poço. Quando perde família, emprego, dinheiro e, às vezes, até o fígado. Os que não percebem isso nunca, geralmente têm sorte ainda pior e terminam se despedindo da vida bem mais cedo que o planejado.


Com o governo ocorreu a mesmíssima coisa. Depois de anos se embriagando com um populismo irracional e se deleitando no poder, o atual projeto de governança afundou na própria má sorte. Enquanto o corpo (neste caso o Tesouro Nacional) suportou as doses cavalares e desenfreadas de gastança e proselitismo, em uma busca ensandecida pela hegemonia política, o PT e seus aliados se banquetearam com fartura e regozijo, ignorando todos os avisos de que a conta uma hora ou outra iria chegar e a farra teria que acabar. Pois é exatamente o que aconteceu agora: chegou-se ao fundo do poço, e, do jeito que está, não dá pra ficar. Ou cura-se a doença ou prepara-se o velório.


O problema, neste caso, é que agora querem dividir a conta do tratamento com todos os brasileiros – inclusive aqueles que tentaram alertar sobre a aproximação do precipício. A parte mais racional da sociedade, que vinha alertando sobre o risco da sarjeta há muito tempo, agora foi convocada a se solidarizar com a desgraça de quem ignorou os avisos e optou por insistir em se afundar irresponsavelmente na embriaguez. Definitivamente, não é justo, nem tampouco correto.


Coro dos desesperados


Neste cenário de insensatez, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era uma espécie de contraponto (mal aceito dentro da própria equipe, aliás) de sensatez. Mas bastou a Standard & Poor´s rebaixar a nota de risco do Brasil, deixando-o à beira de uma queda para a segunda divisão da escala internacional do investimento, para Levy se juntar ao coro dos desesperados do Planalto e sair a propalar absurdos. E foi um reforço e tanto ao time do bate-cabeça, como demonstrou, ao afirmar “que ninguém se incomodaria em pagar um pouquinho mais de imposto para ajudar a recuperar a confiança no Brasil”, ou “que a CPMF vai representar só dois milésimos do valor da entrada do cinema”, por exemplo, entre outras pérolas que resignou-se a cunhar.


Arrastão fiscal


Pois Levy que vá morder o bolso de seus ex-empregadores, os magnatas do sistema financeiro. Só os três maiores bancos do país (Banco do Brasil, Bradesco e Itaú) tiveram, juntos, um lucro líquido de aproximadamente R$ 40 bilhões em 2014 – a crise, pelo jeito, é exclusividade de quem trabalha e produz. Instituições bancárias, portanto, parecem estar em situação bem mais confortável que o trabalhador e a maioria das empresas brasileiras para pagar “um pouquinho a mais de imposto” e ajudar a restabelecer a confiança no Brasil, como sugere o ministro.


Mas enquanto o governo quer arrancar mais R$ 31 bilhões por ano (além dos mais de R$ 2 trilhões que já arranca com outros impostos) cobrando CPMF dos cidadãos e das empresas, as instituições financeiras passaram em branco no arrastão fiscal promovido pelo Erário. Não precisarão dar um fio de cabelo sequer de contribuição com mais esta vaquinha imposta à força pelo Fisco aos brasileiros. Já quem trabalha e investe as economias em imóveis, ajudando a movimentar a construção civil, também foi chamado à responsabilidade e terá que dividir uma parte ainda maior de seus suados ganhos com as sanguessugas do Erário.


Cadê a graça?


É preciso fazer saber ao ministro que ao brasileiro não interessa mais se a mordida vai ser de dois milésimos, dois centésimos, dois décimos ou um inteiro. Interessa que ele já está cheio de arcar com o prejuízo causado pelos outros. Cansou de entregar seu dinheiro a quem só sabe jogá-lo fora. Se a ideia de propor a volta da CPMF parece engraçada para o ministro, que deu risada quando perguntado se o novo imposto realmente seria válido só por quatro anos, para o contribuinte ela não tem a menor graça.


Significado


E ao ex-presidente Lula, para quem o rebaixamento do Brasil na escala de risco da S & P não significa nada, é bom fazer saber que significa sim. Significa que tanto o governo, que já está quebrado, quanto as empresas brasileiras, que já não estão com a vida tão fácil assim, pagarão ainda mais caro para obter dinheiro e financiar seu funcionamento. Isso vai diminuir ainda mais a geração de empregos e a renda do trabalhador, deprimindo também a atividade econômica e o crescimento do PIB. Sem crescimento, não tem desenvolvimento, e sem desenvolvimento não tem avanço social. Nem com Bolsa Isso, nem com Bolsa Aquilo.


É isso que a péssima notícia da semana passada significa, Sr. Presidente.


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