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FUJA DO TÉDIO INDO AO MUSEU
Quarta-Feira, 14 de Fevereiro de 2018

Tem gente que, quando chega as férias, acaba ficando entediado por falta do que fazer e, em alguns casos, começa até a querer voltar ao trabalho. Quando isso acontece, a preguiça ou a falta de iniciativa podem ser a principal causa, pois, para quem deseja sair de casa em busca de coisas agradáveis para fazer, não falta opção.

Em Blumenau os museus de Hábitos e Costumes, da Família Colonial e de Artes são ótima alternativa para quem quer fugir do tédio fazendo algo útil, agradável e lúdico.  Os espaços, mantidos pela Fundação Cultural de Blumenau, guardam artigos que contam parte da história da cidade e também acervos que destacam a capacidade dos artistas blumenauenses.

No Museu da Família Colonial está a exposição 50 Anos Preservando a História de Blumenau. Na mostra, o público encontrará objetos de importantes personagens da cidade, como Edith Gaertner, Renata Dietrich e Ferreira da Silva. Também há imagens sobre o desenvolvimento do museu, exposições antigas, artefatos dos moradores, documentos, instrumentos técnicos para preservação do acervo e outros objetos.

No Museu de Arte o destaque é a 5ª Temporada de Exposições de 2017, que encerra apresentação nos próximos dias. Na coletânea peças de Eugenia França, João Cesar de Melo, Simone Moraes, Nelson Julio e Marco Magalhães.

Programe-se

Museu da Família Colonial

Onde: Alameda Duque de Caxias, 78 - Centro

Quanto: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia) para professores e estudantes mediante apresentação de carteirinha. Crianças até 8 anos e idosos a partir de 60 anos são isentos

Contato: (47) 3381-7516

Museu de Hábitos e Costumes

Onde: Rua XV de Novembro, 25, Centro)

Quanto: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia) para professores e estudantes mediante apresentação de carteirinha. Crianças até 8 anos e idosos a partir de 60 anos são isentos

Contato: (47) 3381-7979

Museu de Arte de Blumenau

Onde: Rua XV de Novembro, 161, Centro)

Quanto: Entrada franca

Contato: Fone: (47) 3381-6176

HORÁRIOS: os museus funcionam de terça a domingo das 10h às 16h.

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Pró-Dança de Blumenau apresenta espetáculo "O Livro Dourado" no fim de ano
Terça-Feira, 05 de Dezembro de 2017

Nos dias 8 e 9 de dezembro, às 20h, o Auditório Heinz Geyer, no Teatro Carlos Gomes recebe o espetáculo de fim de ano do Pró-Dança de Blumenau. A escola celebrou 30 anos em 2017 e trará uma releitura de sua primeira apresentação. Intitulado "O Livro Dourado", o espetáculo conta uma história na qual crianças de uma família encontram um livro mágico, misterioso, que, quando destrancado, dá vida aos personagens que nele habitam.

Ao todo, serão cerca de 20 apresentações cheias de magia e encanto, que vão deixar a imaginação do público fluir durante o espetáculo.

Os ingressos custam R$ 60 inteira, R$ 30 meia-entrada e R$ 45 antecipado, e estão à venda na bilheteria do teatro.

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LIVRO RELATA TRAJETÓRIA VENCEDORA DE EMPRESÁRIO QUE SUPEROU PERDA PRECOCE DO PAI
Quarta-Feira, 11 de Outubro de 2017

Algumas pessoas merecem ter suas vidas guardadas nas páginas de um livro para a posteridade. Pessoas que, de alguma maneira, cumpriram seu propósito deixando um legado, em virtude do seu trabalho e da sua forma de ajudar o crescimento do próximo. Um destes indivíduos é o empresário Tarcísio Pegoretti, que lança, no dia 26 de outubro, na Fundação Indaialense de Cultura (FIC), o livro Um livro, uma vida e uma história... o sucesso de quem se dispõe a ensinar. A obra, escrita em parceria com Christina Baumgarten, da HB Editora, é uma biografia do que ele tem feito desde que se entende por gente. Já pequeno, o autor demonstrava forte veia empreendedora e vontade para trabalhar.

Seguindo sua filosofia de envolver seus funcionários nos negócios, ele criou o concurso cultural Criando Fora da Caixa. Quem quisesse participar, precisava desenhar uma capa para o livro, com o vencedor ganhando um fim de semana no Hotel Paraíso das Ilhas, em Rio dos Cedros (SC).  O vencedor será conhecido no dia do lançamento. Toda renda dos livros vendidos durante o lançamento será repassada integralmente a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

Influência

Aos 53 anos, Pegoretti acredita que seu livro pode ajudar a influenciar jovens a ter coragem de perseguir seus sonhos e a não desistirem na primeira adversidade.

– Todos temos problemas a enfrentar. Como os enfrentamos é que determina a nossa trajetória – observa.

O empresário perdeu o pai quando ainda era criança. Sua mãe tinha apenas 29 anos e quatro filhos para criar. Em vez de ficar chorando, ela arregaçou as mangas e foi em busca de trabalho. Afinal, tinha quatro crianças que dependiam dela. Foi com esse exemplo de garra que Pegoretti cresceu para dar os primeiros passos na sua vida.

– Mesmo com tantos problemas e responsabilidades, sendo bem jovem, ela nunca esmoreceu. Estava sempre sorrindo e enfrentando as situações com calma e perseverança. Sempre esteve presente nas formaturas dos filhos e netos. Sentia orgulho e se emocionava com cada nova conquista – lembra.

Exemplo

Com este exemplo em casa, não tinha como ser diferente. Aos 12 anos, começou a trabalhar. As dificuldades passadas na infância fizeram com que o jovem buscasse alternativas para levar um pouco de tranquilidade para a mãe. Bem cedo, ele também aprendeu uma valiosa lição: se alguém podia chegar a um determinado lugar, ele também poderia, desde que se esforçasse e fosse atrás dos seus sonhos.

Aos 14 anos, Pegoretti teve seu primeiro emprego com carteira assinada na Cia. Hering, no setor de embalagem. Logo surgiu a oportunidade de trabalhar na área de informática e ele foi se desenvolvendo no segmento, que ganhava espaço na década de 80. Depois da experiência na Hering e de se formar em economia,  decidiu abrir o próprio negócio. Foi quando investiu toda a sua energia na Direta Assessoria Economia e Informática. Na década de 1990 a empresa lançou a primeira versão do Sistema ProSind.

Hoje o empresário tem quatro empresas. Para ele o importante é investir em negócios que ajudem outras pessoas a se desenvolver. A consequência disso será o retorno financeiro e social.

– Nossa missão é trabalhar para ajudar o mundo a se tornar um lugar melhor para se viver – afirma.

Estas e outras experiências são relatadas no livro.

Conteúdo de assessoria de imprensa, editado pelo AeF

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UMA HISTÓRIA ANTIGA DE AMOR PELA FOTOGRAFIA
Sábado, 22 de Outubro de 2016

Ele se chama Carlos Augusto Waldrich, mais conhecido como Kako Waldrich – pelo menos para os amigos e colegas do tempo de Colégio Franciscano Santo Antônio, hoje Bom Jesus Santo Antônio. Tempo em que a família Waldrich fazia e/ou revelava boa parte das fotografias que registravam os melhores momentos da vida dos blumenauenses, aliás, muitos deles colegas de escola de Kako. Afinal, quem não conhecia o Cine-Foto Carlos, fundado pelo patriarca da família?


Como a fruta não cai longe do pé, ele seguiu os passos do pai, dos tios e dos primos,  vivendo também da fotografia, viajando pelo Brasil e pelo mundo em busca de imagens para clientes/patrocinadores, registrando cotidianos em diferentes línguas, culturas e cenários – fotos aéreas feitas com drone, segmento no qual foi pioneiro na cidade, hoje são sua especialidade.


O trabalho externo mais recente do fotógrafo blumenauense foi na Alemanha, onde esteve para registrar a Oktoberfest de Munique e fazer um paralelo com a de Blumenau, que termina neste domingo. Com uma exposição reunindo dezenas de fotos e aberta ao público na Vila Germânica, onde ocorre o evento, e num shopping da cidade, Kako mostra um pouco daquilo que viu e sentiu na terra da maior Oktoberfest do mundo, com mais de 6 milhões de visitantes, e também na segunda maior, que recebe meio milhão todos os anos – as exposições ajudam a divulgar também o trabalho da casa de repouso para idosos São Simeão, em Blumenau, que aceita doações.


A seguir, ele fala um pouco sobre a experiência da fotografia e compara as duas festas:    

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DAS BANHEIRAS QUÍMICAS À FOTOGRAFIA DIGITAL
Sábado, 22 de Outubro de 2016

Panorama Cultural Você vem de uma família bastante ligada ao mercado fotográfico em Blumenau. Como foi seu envolvimento com a fotografia, quando ocorreu?


Kako Waldrich: Meu desenvolvimento ocorreu na década de 80, meu pai me ensinou juntamente com meus tios e primos a fotografar casamentos e batizados. Eventos também entravam no calendário.


PanoramaO mercado fotográfico passou por mudanças profundas nos últimos anos, com a digitalização dos processos. Isso fez bem ou mal para o mercado?


Kako: Por um certo lado foi bom, ficou no mercado realmente quem é profissional, por outro, com a tecnologia, existe muita prostituição no mercado, a cultura deste país ainda prefere serviços mais baratos, ao invés da qualidade.


PanoramaE para a fotografia, em si, a digitalização fez bem ou mal?


Kako: Para fotografia foi muito bom, visto que hoje o processo ficou mais rápido, não precisamos mais gastar com filmes e revelação, porem, perdeu-se o charme da fotografia antiga.


Panorama Você chegou a conhecer o antigo ambiente de revelação fotográfica, que envolvia diferentes etapas em um laboratório, algumas delas no escuro total, outras com luz vermelha de penumbra? Sente alguma nostalgia em relação a ele?


Kako:  Foi o meu começo, sinto saudade, e, por sinal, talvez seja esse o charme que tanto faz falta, era prazeroso ver ela (a fotografia) brotar das banheiras químicas (bacias onde o papel fotográfico era submerso em químicos para “revelar” a imagem impressa sobre ele através de foto-sensibilização).


Panorama Como foi a experiência de fotografar a Oktoberfest de Munique para traçar um paralelo com a de Blumenau?


Kako: Foi uma experiência única, um sonho, que o Bradesco me ajudou a realizar, junto com outros grandes parceiros. Digo o Bradesco porque estou há 5 anos trabalhando, e são meus parceiros em todas as exposições que faço.


Panorama Você foi bem recebido na Alemanha? Receberam melhor ao brasileiro Carlos Waldrich ou ao blumenauense?


Kako: Não tive dificuldades, sou uma pessoa iluminada, e tenho muita fé em Deus, onde eu ando Ele está comigo, e, por incrível que pareça, as coisas acontecem, sempre da melhor forma, em alto estilo. Tendo saúde e trabalho, o dinheiro é uma consequência, vejo por esta forma. Fui muito bem recebido, por ser Blumenauense, e por estar representando a minha cidade, e a segunda maior festa alemã do mundo. A rainha estava conosco, isso ajudou ainda mais.


PanoramaQuais a principais diferenças entre as duas festas?


Kako: As festas são muito diferentes, a começar pelo público. A deles tem 7 milhões de pessoas, ai já começa a diferença.


PanoramaA nossa tem alguma vantagem?


Kako: Temos muitas coisas boas, vantagem de falar o mesmo idioma, beber chope gelado (na Alemanha a bebida é oferecida a temperatura ambiente) e a miscigenação de raças, isso torna a festa muito interessante.


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